O acidente é tudo o que parece e desaparece, sem com isto produzir a destruição do sujeito. Pode ter duas acepções: uma quando é inseparável do sujeito (por exemplo, ser branca é inseparável da neve, não há neve que não seja branca e ser negro é inseparável dos corvos) e outra quando é separável do sujeito (ser branco é separável da espécie homem, pois pode ser de outra cor). Contudo há a hipótese de um acidente inseparável poder ser separável em situações excepcionais: ser negro é inseparável de corvo, mas isso não impede que não haja uma anomalia genética e, por acaso, não surja um corvo branco no meio de filhotes negros.
O acidente pode ser também o que pode predicar-se de um mesmo sujeito e o que não é, nem género, nem diferença, nem espécie, nem próprio mas, não obstante, é subsistente no sujeito.
Sem comentários:
Enviar um comentário